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    <title>ITJobs - Noticias</title>
    <link>https://www.itjobs.es/feed/noticias</link>
    <description></description>
    <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 15:15:16 +0000</pubDate>
    <managingEditor>soporte@itjobs.es (ITJobs)</managingEditor>
    <language>es</language>
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      <title>ITJobs - Noticias</title>
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      <title><![CDATA[Fábrica de Unicórnios arranca Engineers Hub com 10 startups que querem criar 200 empregos]]></title>
      <link>https://www.itjobs.es/blog/130/fabrica-de-unicornios-arranca-engineers-hub-com-10-startups-que-querem-criar-200-empregos</link>
      <description><![CDATA[<p><strong>As startups querem, em seis meses, criar 200 postos de trabalho. Já levantaram 12 milhões de euros. A ambição, admite o presidente da Ordem dos Engenheiros da Região Sul, é ver aí nascer um unicórnio.&nbsp;</strong></p>

<p>Depois de arrancar há pouco mais de um ano,&nbsp;inaugura esta quinta-feira o Engineers Hub.&nbsp;Resultado de uma parceria estratégica entre a Fábrica de Unicórnios e a Ordem dos Engenheiros – Região Sul, o&nbsp;<em>hub</em>&nbsp;nasce sob o chapéu da Unicorn Factory Lisboa, que já viu nascer seis,&nbsp;acolhendo 10 startups que já levantaram 12 milhões de euros deverão criar duas centenas de postos trabalho. A Quadrante e a CIMPOR são os parceiros do&nbsp;<em>hub</em>.</p>

<p>“As 10 startups que, de momento, integram o Engineers Hub já levantaram 12 milhões de euros em investimento e é esperado que criem 200 postos de trabalho nos próximos seis meses. Estes números mostram que estamos a trabalhar com projetos já validados e com capacidade de execução, o que reforça a nossa ambição de acelerar o seu crescimento e criar uma comunidade que contribua ativamente para impulsionar a inovação no setor da engenharia português”, adianta Gil Azevedo, diretor executivo da Unicorn Factory Lisboa.</p>

<p>“O nosso objetivo é fazer deste polo um catalisador de crescimento da inovação em engenharia em Portugal, onde startups já em operação ou em fase de lançamento, detidas por membros da Ordem dos Engenheiros, possam testar e escalar as suas soluções tecnológicas, beneficiando de iniciativas de apoio ao desenvolvimento de negócio e rede de mentores, bem como de várias oportunidades de contacto direto com empresas, empreendedores e investidores, nacionais e internacionais”, refere.</p>

<p>António Carias de Sousa explica o que motivou a Ordem dos Engenheiros da Região Sul (OERS) a avançar para este projeto. O&nbsp;<em>hub</em>&nbsp;visa “estruturar um ambiente orientado para a ação, onde engenheiros e estudantes podem transformar conhecimento técnico em soluções com aplicação real, desenvolver modelos de negócio sustentáveis e lançar startups capazes de gerar inovação no e para o país”, diz o presidente. O objetivo é claro, garante: “reter talento, promover a inovação tecnológica, criar valor económico e reforçar a competitividade da engenharia portuguesa, posicionando-a como um motor ativo de desenvolvimento do país”.</p>

<p>Para isso, foi feito um “investimento cuidadosamente planeado e executado sob critérios muito exigentes de controlo de custos”, diz o presidente da Ordem dos Engenheiros da Região Sul. “Todas as decisões foram tomadas com o objetivo de assegurar a sustentabilidade financeira da OERS e de garantir que o esforço realizado é proporcional ao impacto esperado”, refere.</p>

<p>O mesmo “incidiu principalmente no espaço e num recurso afeto à sua gestão, havendo uma partilha de serviços com a equipa da Unicorn Factory Lisboa, que está connosco numa vertente de cogestão”, afirma António Carias de Sousa sem avançar valores.</p>

<p><strong>Hub arranca com 10 startups mas há mais em&nbsp;<em>pipeline</em></strong></p>

<p>Localizado junto à sede da OERS, na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa, o&nbsp;<em>hub</em>&nbsp;ocupa 300 metros quadrados, contando com espaço de coworking e salas privadas&nbsp;com diferentes lotações, totalizando 45 lugares. Dispõe ainda de uma&nbsp;copa e de um auditório&nbsp;com capacidade para 192 pessoas, para acolher eventos comunitários, como&nbsp;<em>hackathons</em>,&nbsp;<em>workshops</em>&nbsp;e palestras.</p>

<p>Para já arranca com 10 startups como membros, sendo que há “várias em fase de inscrição, pelo que este número irá aumentar rapidamente”,&nbsp;refere Gil Azevedo. Não necessariamente através de incubação física no espaço. À semelhança de outros&nbsp;<em>hubs</em>&nbsp;da Unicorn Factory também o Engineers Hub possui um modelo de membro virtual, “precisamente para garantir flexibilidade e apoiar as startups que integram a comunidade, independentemente de terem espaço físico no&nbsp;<em>hub</em>“, explica o diretor executivo da Fábrica de Unicórnios.</p>

<p>Além do acompanhamento estratégico, “esta modalidade inclui participação em eventos e momentos de&nbsp;<em>networking</em>, promovendo a ligação à comunidade de inovação em engenharia e a potenciais parceiros, bem como mentoria especializada, quer na vertente técnica, assegurada por mentores da Ordem dos Engenheiros – Região Sul, quer na vertente de negócio, facilitada pela Fábrica de Unicórnios”, explica Gil Azevedo.</p>

<p>“Este apoio na vertente de negócio traduz-se na formação contínua, através de&nbsp;<em>workshops</em>, cursos e sessões de capacitação em áreas críticas para o seu crescimento, e no acesso a oportunidades de negócio, nomeadamente a programas de aceleração, ligação a parceiros corporativos e organização de&nbsp;<em>demo days</em>“, refere ainda.</p>

<p>Em termos de perfil, embora as startups tenham uma forte componente de engenharia, há “diversidade e transversalidade”&nbsp;nos projetos. “Contamos, neste momento, com projetos nas áreas da defesa, infraestruturas, cibersegurança, energia, digitalização industrial, entre outras vertentes tecnológicas estratégicas”, indica Gil Azevedo.</p>

<p>“A nossa ambição é integrar projetos tecnológicos relevantes para o setor, independentemente da sua origem geográfica.&nbsp;Nesse sentido, startups internacionais podem ser membros virtuais sem qualquer restrição”, diz. Já no que diz respeito à adesão presencial, ou seja, à utilização das salas privadas ou do espaço de&nbsp;<em>coworking</em>, “é necessário apenas que pelo menos um dos elementos da startup seja membro da Ordem dos Engenheiros – Região Sul”.</p>

<p>“Desta forma, asseguramos que o espaço físico mantém uma ligação direta à comunidade de Engenharia em Portugal, enquanto o modelo virtual está aberto ao ecossistema global”, justifica o diretor executivo da Unicorn Factory Lisboa.</p>

<p><strong>Prioridade: realização de pilotos</strong></p>

<p>A Quadrante e a CIMPOR são os parceiros do&nbsp;<em>hub</em>.&nbsp;“O objetivo é alargar a representação a diferentes áreas da engenharia e consolidar um ecossistema transversal e competitivo, e podemos adiantar que estamos neste momento em conversações com mais dois potenciais parceiros”, adianta António Carias de Sousa sem revelar quais.</p>

<p>Neste momento, não há pilotos a decorrer entre as startups e as empresas parceiras, mas “essa é uma das nossas prioridades”,&nbsp;garante o presidente da OERS. “Ao longo do ano, iremos promover esta ligação, nomeadamente através da divulgação de desafios corporativos, identificação de oportunidades concretas de colaboração e apoio à aproximação entre startups e empresas, sempre com o objetivo de incentivar o desenvolvimento de pilotos ou provas de conceito”, diz.</p>

<p>Parte de uma rede de&nbsp;<em>hubs</em>, António Carias de Sousa acredita que dessa rede podem ser retiradas sinergias, de parte a parte. “Esta integração permite uma relação simbiótica, em que o&nbsp;<em>hub</em>&nbsp;beneficia do acesso a redes de investimento, mentoria e visibilidade do ecossistema, ao mesmo tempo que atua como o motor de engenharia e tecnologia de ponta para os restantes membros”, considera.</p>

<p>“A&nbsp;proposta de valor da OERS materializa-se ao transformar os desafios dos outros&nbsp;<em>hubs</em>&nbsp;em soluções de engenharia robustas. Isto inclui, por exemplo, o desenvolvimento de&nbsp;<em>hardware</em>&nbsp;para o setor da saúde, o design de soluções para a sustentabilidade ou a criação de produtos físicos inteligentes para startups de Inteligência Artificial”, elenca. Desta forma, a “OERS assume-se como o parceiro de engenharia essencial que transforma conceitos em produtos tangíveis, reforçando a posição de Lisboa como uma capital de inovação a nível global”, argumenta.</p>

<p><strong>… a sonhar com unicórnios</strong></p>

<p>Transformar o “conceito de engenharia em Portugal” é a ambição que a OERS tem para este<em>&nbsp;hub</em>. “Que o engenheiro português seja reconhecido não apenas pelas suas competências técnicas, mas também como um agente de inovação e um líder de negócios à escala global, sendo o&nbsp;<em>hub</em>&nbsp;o catalisador para essa mudança”, diz António Carias de Sousa.</p>

<p>“O<em>&nbsp;hub</em>&nbsp;funciona como a ponte definitiva entre a universidade e a indústria, permitindo gerar soluções com aplicação real e impacto mensurável.&nbsp;Com este projeto, a OERS assume-se como um parceiro fundamental na área do empreendedorismo tecnológico, liderando a criação de uma nova geração de empresas de base tecnológica e contribuindo ativamente para a retenção de talento em Portugal”, refere.</p>

<p>“O&nbsp;sinal inequívoco do sucesso desta visão será quando uma empresa nascida no&nbsp;<em>hub</em>&nbsp;atingir o estatuto de referência internacional, como um unicórnio”, considera.</p>

<p>Com outros&nbsp;<em>hubs</em>&nbsp;temáticos espalhados por várias zonas da cidade, Gil Azevedo faz um “balanço global muito positivo” dos últimos três anos.&nbsp;“Contamos com&nbsp;mais de 110 membros ativos e 220 colaboradores a trabalhar nos nossos espaços físicos, apoiados por mais de 10 parcerias estratégicas com entidades de referência, como a Google, a Microsoft, o Grupo Brisa, a APVP e a Cleantech for Iberia”, diz o diretor executivo da Unicorn Factory. Foram realizados mais de 150 eventos, dezenas de<em>workshops&nbsp;</em>e iniciativas com parceiros, envolvendo mais de 5.500 participantes.</p>

<p>“Estes números mostram que o contributo dos nossos&nbsp;<em>hubs</em>&nbsp;para o ecossistema empreendedor nacional não se mede apenas pelo crescimento individual das startups que os integram, mas sobretudo pela criação de comunidades especializadas, assentes na partilha de conhecimento e colaboração. É esta dinâmica que nos permite reforçar o posicionamento de Portugal como produtor de inovação em áreas de forte crescimento e críticas para a economia do futuro”, diz.</p>

<p>Contudo, da fábrica de unicórnios ainda nenhuma startup voou para uma avaliação de mil milhões de dólares.&nbsp;“É importante contextualizar esta questão no quadro mais amplo do ecossistema português. Globalmente, uma empresa leva, em média, mais de oito anos a atingir o estatuto de unicórnio.&nbsp;A Tekever, por exemplo, demorou 20 anos a lá chegar, o que demonstra que este é um percurso que exige tempo, resiliência e consistência“, ressalva Gil Azevedo.</p>

<p>“A&nbsp;Unicorn Factory Lisboa tem três anos de atividade e, nesse período, já apoiou mais de 500 startups e representa mais de 50% das rondas de investimento inicial em Portugal,&nbsp;contribuindo para consolidar Lisboa como um<em>&nbsp;hub</em>&nbsp;de inovação com escala internacional. Isto mostra que estamos, claramente, no caminho certo”, continua.</p>

<p>“Portugal passou de um mercado maioritariamente local, com pouca visibilidade externa, para ganhar projeção internacional e entrar na fase de&nbsp;<em>scaling up</em>, na qual temos tido um papel crucial nesta evolução. Hoje, estamos numa nova etapa: as startups portuguesas não querem apenas crescer; querem competir globalmente”, acrescenta.</p>

<p>“Mas para que possam fazê-lo, é essencial assumir a inovação como prioridade nacional. Isso exige uma estratégia clara, que seja orientada por um enquadramento legal e fiscal ajustado à realidade das startups, redução efetiva da burocracia, maior facilidade na atração de talento e mecanismos que mobilizem capital privado em escala. Só assim o ecossistema conseguirá reunir as condições necessárias para ver surgir novos unicórnios”, defende.</p>]]></description>
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      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 15:15:16 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Patricia Arboleda (Women in tech): “Falta un sistema que reconozca, desarrolle y promueva el talento femenino en tecnología”]]></title>
      <link>https://www.itjobs.es/blog/128/patricia-arboleda-women-in-tech-falta-un-sistema-que-reconozca-desarrolle-y-promueva-el-talento-femenino-en-tecnologia</link>
      <description><![CDATA[<p>¿Se pueden cambiar las cosas en el universo tecnológico? ¿Se puede lograr reducir la desigualdad de género en un sector y un entorno en el que todavía está muy presente? Eso es lo que aboga la organización sin ánimo de lucro&nbsp;<a href="https://women-in-tech.org/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Women in Tech</a>, presente ya en 65 países y que se ha marcado como objetivo “empoderar a cinco millones de mujeres y niñas para 2030 a través de educación, emprendimiento, inclusión digital y liderazgo”.</p>

<p>“Women in Tech es un movimiento global sin ánimo de lucro que trabaja para acelerar la participación y el éxito de niñas y mujeres en STEAM [ciencias, tecnología, ingeniería, artes y matemáticas] y en la economía digital”, explica en una entrevista con COMPUTERWORLD&nbsp;Patricia Arboleda, su directora en España. “Nuestra misión parte de una premisa muy simple: la tecnología está redefiniendo el mundo y no podemos permitirnos que ese futuro se construya sin la voz, la experiencia y la creatividad de la mitad de la población”, suma. “En España estamos construyendo un ecosistema sólido alrededor de tres ejes: comunidad, educación y empleabilidad”. Así, como cuenta su directora, están “creando una red potente de mujeres profesionales en tecnología y sectores digitales”, para lo que echan mano no solo de los clásicos eventos de&nbsp;<em>networking</em>&nbsp;sino también de otras ideas, como “encuentros de bienestar” en los que “hablar no solo de carrera, sino también de salud mental, estrés, conciliación y liderazgo humano”.</p>

<p>También realizan acciones en educación, con becas y programas de formación que tienen especialmente en cuenta “contextos vulnerables o fuera de los grandes&nbsp;<em>hubs</em>urbanos”. “Queremos que una niña en un entorno rural tenga acceso a referentes y oportunidades similares a una niña en Madrid o Barcelona”, explica. Igualmente, trabajan en empleabilidad, trabajando con las empresas.</p>

<p><strong>Protocolo de Osaka</strong></p>

<p>La agenda para 2026 de Women in Tech incluye premios,&nbsp;<em>hackatones</em>&nbsp;o programas de liderazgo, como adelanta Arboleda, pero, además, están trabajando para conectar a España con el Protocolo de Osaka. De hecho, la organización presentó la iniciativa este diciembre en la Embajada de Francia en Madrid. El protocolo crea un marco internacional que establece objetivos concretos para reducir la brecha de género en tecnología. “El Protocolo de Osaka es un marco internacional impulsado por Women in Tech Global que se presentó oficialmente en la Women in Tech Global Summit en Osaka en abril de 2025”, explica Arboleda. “Su objetivo es acelerar la igualdad de género en las sociedades digitales, con un compromiso muy concreto: impactar directamente a 100 millones de mujeres y niñas de aquí a 2030 a través de acciones en educación, participación laboral, liderazgo, emprendimiento y acceso digital”, indica.</p>

<p>Ahora que lo están presentando en España, quieren hacerlo con un mensaje “claro”: “No es un documento simbólico: es una hoja de ruta con métricas, objetivos y mecanismos de rendición de cuentas para cerrar la brecha de género en STEM y en la economía digital”, asegura.</p>

<p>Claro que alcanzar objetivos tan importantes parece muy difícil si no existe en paralelo un compromiso público-privado con ello. “Totalmente de acuerdo: un protocolo sin compromisos concretos y sin seguimiento se queda en papel mojado”, afirma la experta. Para ello, Arboleda señala que trabajan para lograr “compromisos formales”, para impulsar planes de acción y para hacer seguimiento vía “medición,&nbsp;<em>reporting</em>&nbsp;y visibilidad”. El protocolo es así “el marco, pero el verdadero cambio viene de atarlo a KPI, presupuesto, incentivos y liderazgo visible tanto en el sector público como en el privado”, concluye.</p>

<p><em>“Informes recientes muestran que casi un tercio de las personas empleadas en el sector TIC en España son mujeres, pero la proporción cae cuando miramos roles más técnicos o de mayor responsabilidad”</em></p>

<p><strong>La brecha de género en TI</strong></p>

<p>La existencia de este tipo de programas y compromisos se conecta con una cuestión clave. A pesar de todo y por mucho que se haya hablado y trabajando en ello, sigue existiendo una&nbsp;brecha de género en el sector tecnológico. “En Europa, aunque hay avances, la realidad sigue siendo muy clara: solo uno de cada tres graduados en STEM es mujer”, apunta Arboleda, “y aproximadamente uno de cada cinco especialistas en TIC en la Unión Europea es mujer”.</p>

<p>España no es una excepción a estas cifras. “Si miramos a España, estamos muy en línea con la media europea: alrededor del 19–20% de las personas especialistas en TIC son mujeres, ligeramente por encima de la media de la UE, pero aún muy lejos de la paridad.&nbsp;Al mismo tiempo, informes recientes muestran que casi un tercio de las personas empleadas en el sector TIC en España son mujeres, pero la proporción cae cuando miramos roles más técnicos o de mayor responsabilidad”, señala.</p>

<p>Esto tiene costes. “España tiene mucho talento femenino y un ecosistema digital muy dinámico, pero la tubería se va estrechando: hay menos niñas que se imaginan a sí mismas en STEM, menos jóvenes que eligen carreras tecnológicas, menos mujeres que entran en puestos altamente técnicos y todavía menos que llegan a posiciones de liderazgo o fundan startups”, indica Arboleda.</p>

<p>En este terreno, inciden varias realidades y desafíos. Uno de ellos es que, todavía, se invisibiliza a las mujeres en el mundo tecnológico. Solo hay que pensar en los paneles o las conferencias en las que dominan los ponentes y las mujeres escasea. ¿Cómo se puede cambiar esto? “Con visibilidad, con oportunidad y con intención”, explica Arboleda. “No se trata de ‘dar voz a mujeres’. Se trata de amplificar voces que ya existen y que el sistema aún no escucha lo suficiente. Tampoco se trata de ‘invitar a una mujer al panel para cumplir la cuota’, sino de reconocer que el talento ya existe y que el ecosistema está perdiendo valor al no integrarlo plenamente. Parte de nuestro rol es justamente demostrarlo con datos y casos de éxito”, explica.</p>

<p>Otra es la conocida como la&nbsp;brecha de los sueños, o&nbsp;<em>dream gap</em>&nbsp;por su nombre en inglés. Las niñas asumen entre los cinco y los siete años que no serán capaces de desempeñar ciertas profesiones o que son&nbsp;<em>malas</em>&nbsp;en ciencias, aunque nada de eso sea cierto. Es un producto de la socialización y los sesgos de género interiorizados. A la larga, esto las aparta de las profesiones TI. “El&nbsp;<em>dream gap</em>&nbsp;es uno de los desafíos más dolorosos, porque ocurre antes incluso de que el talento tenga la oportunidad de desarrollarse”, reconoce Arboleda. “Una educación más equilibrada puede marcar una diferencia enorme si actuamos en varios frentes”, suma, listando la importancia del lenguaje y las expectativas, de ofrecer modelos o experiencias conectadas con las ciencias o la tecnología o del papel de docentes y progenitores.</p>

<p>“No vamos a cambiar décadas de estereotipos de un día para otro, pero si cuidamos el mensaje desde la infancia podemos evitar perder a muchísimas niñas que hoy, literalmente, dejan de soñar con ser ingenieras, científicas o creadoras de tecnología antes incluso de llegar a la secundaria”, explica. “Queremos que las niñas de primaria se vean a sí mismas creando tecnología, resolviendo problemas, liderando equipos y disfrutando del proceso”, señala. “Si plantamos semillas tempranas, reducimos&nbsp;la fuga de talento&nbsp;antes de que empiece”.</p>

<p><strong>El coste de la brecha de género</strong></p>

<p>La brecha de género en tecnología pasa factura. La más evidente es la que afecta a las mujeres y la disparidad de ocupación en el sector, pero también tiene un efecto directo sobre la sociedad o sobre las propias empresas.</p>

<p>“Un sector tecnológico más equilibrado en términos de género no es solo una cuestión de justicia”, apunta Arboleda, “es una cuestión de calidad de las soluciones que construimos”. Con mayor paridad existirá, así, una “mejor innovación, tecnología menos sesgada, economías más fuertes” o una “democracia y cohesión social” más saludables. “Si solo una parte de la población tiene voz en cómo se diseña, corremos el riesgo de amplificar desigualdades existentes”, apunta. Al corregirlo, “significa que las soluciones del futuro se diseñan con la experiencia de todas las personas, no solo de una parte”.</p>

<p>Por ello, el papel de las empresas es igualmente crucial. Arboleda habla de “empresas que creen que la igualdad no es solo ética, es transformación”. Las compañías “son fundamentales” para lograr una igualdad de géneros en STEM. “El talento femenino existe. Lo que falta es un sistema que lo reconozca, lo desarrolle y lo promueva”, defiende Arboleda. “Cuando una empresa decide que la diversidad en STEM no es un&nbsp;<em>nice to have</em>&nbsp;sino un objetivo estratégico vinculado a innovación y resultados, la velocidad del cambio se multiplica”, recuerda.</p>]]></description>
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      <pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:15:20 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Fracttal cierra una ronda de financiación de 35 millones de dólares]]></title>
      <link>https://www.itjobs.es/blog/129/fracttal-cierra-una-ronda-de-financiacion-de-35-millones-de-dolares</link>
      <description><![CDATA[<p><strong>La ronda ha sido liderada por Riverwood Capital, con el respaldo de todos los inversores actuales, entre ellos Seaya Ventures, y le permitirá llegar a más mercados y clientes que pueden beneficiarse de gestionar todos sus activos físicos, tareas de mantenimiento y operaciones desde una única plataforma.</strong></p>

<p>Fracttal ha cerrado una ronda de financiación de 35 millones de dólares liderada por Riverwood Capital, con la participación de todos sus inversores actuales. Con esta inversión, el especialista en software de mantenimiento y gestión de activos impulsado por inteligencia artificial (IA) podrá llegar a más mercados y clientes que pueden beneficiarse de gestionar todos sus activos físicos, tareas de mantenimiento y operaciones desde una única plataforma.</p>

<p>Una parte significativa de la misma se destinará al desarrollo de producto, con un fuerte foco en capacidades avanzadas de IA y sistemas agénticos, tecnologías IoT y otras funcionalidades avanzadas.</p>

<p>Empero, Fracttal también invertirá en la ampliación de sus equipos de ingeniería, ciencia de datos, producto, ventas, marketing y&nbsp;<em>customer success</em>, al tiempo que refuerza su estructura interna para escalar de forma sostenible. En paralelo, la compañía explorará activamente oportunidades de crecimiento inorgánico, incluyendo adquisiciones estratégicas y alianzas, para acelerar la expansión en nuevos mercados, profundizar en las capacidades del producto y consolidar su liderazgo en regiones clave.</p>

<p>En consecuencia, la compañía destinará la inversión a acelerar su crecimiento en Europa y Latinoamérica, incluyendo mercados clave como México, Brasil, España y Francia. Todos ellos son mercados estratégicos en los que Fracttal ya cuenta con un claro encaje producto-mercado, clientes de referencia y una fuerte demanda por parte de empresas medianas y grandes que buscan un mantenimiento más inteligente y predictivo.</p>

<p>Hay que recordar que la compañía cuenta con más de 20 millones de activos registrados y está presente en más de 60 países. Entre sus clientes se encuentran empresas de sectores industriales y de mantenimiento de instalaciones como Iberostar, Acciona, Veolia, Coca-Cola y FedEx.</p>

<p>Como ha explicado Christian Struve, CEO y cofundador de Fracttal, a través de un comunicado de prensa, la inteligencia artificial está acelerando este cambio, y “Fracttal está a la vanguardia con una plataforma basada en capacidades predictivas y agénticas que transforman el mantenimiento en una ventaja competitiva”.</p>

<p>Struve ha subrayado que el sector está atravesando una transformación histórica en el que la IA y la proliferación de sensores industriales están abriendo posibilidades que eran impensables hace apenas una década.</p>

<p>“Ahora podemos entender el estado de un activo antes de que falle, aprender de cada operación y capacitar a los equipos de mantenimiento para tomar decisiones más rápidas y acertadas. Ese es el futuro que construimos cada día en Fracttal gracias a nuestra plataforma y a nuestro compromiso con una verdadera Inteligencia de Mantenimiento”.</p>

<p>En cuanto a los inversores, Struve ha querido destacar que “para nosotros es muy significativo que todos nuestros inversores, especialmente Seaya Ventures junto a Kayyak, GoHub y Amador, vuelvan a apostar por Fracttal. Es una señal muy clara. Han visto cómo el producto madura, cómo la tecnología escala y el impacto real que estamos generando en nuestros clientes, y han decidido seguir acompañándonos en esta nueva etapa”.</p>]]></description>
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      <pubDate>Fri, 23 Jan 2026 12:18:00 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Carlos Lacerda dirigirá el negocio de SAP en España]]></title>
      <link>https://www.itjobs.es/blog/127/carlos-lacerda-dirigira-el-negocio-de-sap-en-espana</link>
      <description><![CDATA[<p><strong>Compaginará esa responsabilidad con su cargo de vicepresidente senior y director general para el Sur de Europa.</strong></p>

<p>SAP ha anunciado que Carlos Lacerda amplía sus funciones —es vicepresidente senior y director general para el Sur de Europa, región que comprende Grecia, Israel, Portugal, Turquía, Chipre, Malta y España— para dirigir también el negocio de la compañía en España, tal y como ha comunicado el gigante alemán.</p>

<p>El hasta ahora director general de SAP España, José Vallés , emprende una nueva etapa profesional según reza el comunicado emitido.</p>

<p>Así, Lacerda será el responsable de hacer avanzar la estrategia de crecimiento, acelerar la transformación digital de los clientes y reforzar el ecosistema de&nbsp;<em>partners</em>&nbsp;en España.</p>

<p>Lacerda, al que avalan más de 25 años de trayectoria profesional y una sólida experiencia al frente de diferentes regiones y en sectores tan diversos como el aeronáutico, el farmacéutico y el tecnológico, reportará directamente a Augusta Spinelli, presidenta para Europa, Oriente Medio y África</p>

<p>Como se destaca en el comunicado, Lacerda ha jugado un papel clave en el impulso de la estrategia y adopción del ERP en la nube en SAP EMEA Sur. Antes de incorporarse a la compañía, desempeñó puestos directivos de primer nivel en Microsoft EMEA y Asia y ejerció como CEO de ANA (Aeropuertos Portugueses) y de la farmacéutica Farminveste.</p>

<p>Su prioridad, como ha reconocido en el comunicado, “será ayudar a las compañías españolas en su evolución hacia la IA para que sigan siendo resilientes y competitivas. Me apoyaré en un ecosistema de&nbsp;<em>partners</em>&nbsp;sólido y un equipo comprometido, con el fin de lograr un crecimiento sostenible y fortalecer la posición de SAP como referente en transformación empresarial e innovación”.</p>]]></description>
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      <pubDate>Tue, 20 Jan 2026 18:37:00 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Sage presume de un crecimiento del 9% anual]]></title>
      <link>https://www.itjobs.es/blog/126/sage-presume-de-un-crecimiento-del-9-anual</link>
      <description><![CDATA[<p>Tras el cierre del ejercicio anual del año 2023 el pasado septiembre,&nbsp;<a href="https://www.sage.com/es-es/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Sage</a>, ha hecho balance de los resultados del pasado año y cuál es su estrategia de crecimiento para el 2024. José Luis Martin Zabala, Managing Director Sage Iberia, ha sido el encargado de compartir los datos en un encuentro con la prensa especializada presumiendo de un crecimiento del 9% en los ingresos recurrentes en Iberia. Por su parte, el crecimiento de los ingresos orgánicos aumenta un 6%, así como el ARR que se sitúa en un +7% en la región Iberia.</p>

<p>Estas buenas cifras se traducen en una tasa de renovación por valor del 101%, sustentada en la estrategia cloud de la compañía, que sigue creciendo con una penetración del negocio Sage Business Cloud del 77%.</p>

<p>“Hemos cerrado un buen año y esperamos seguir esta senda en este ejercicio. En la situación actual de incertidumbre y competitividad, que nuestros clientes sigan eligiendo Sage, e incluso adoptando más soluciones para alcanzar el 101% de renovación, es algo fundamental para nosotros”, ha afirmado Martín Zabala.</p>

<p><strong>Objetivos para 2024</strong></p>

<p>De cara a este nuevo año, la compañía tecnológica ha presentado una ambiciosa estrategia como proveedor de soluciones cloud para las pymes. Tal y cómo ha afirmado el Managing Director de Sage Iberia, “nuestro objetivo es construir una base sólida sobre la que escalar nuestro ecosistema, con el que queremos crecer tal y como lo hemos hecho este año, e incluso alcanzar el doble dígito en Iberia para el año 2024, por encima del crecimiento del mercado”.</p>

<p>Esta estrategia pasa por impulsar una excelente experiencia de cliente que afiance su retención, gracias a una propuesta de venta y de negocio simplificada, adaptada a las necesidades verticales de cada sector. Para ello, la compañía refuerza su oferta cloud a través de Sage Active y la integración de sus soluciones de PayRoll y Sage HR para ofrecer a las pymes mayor conectividad y gestión remota de todas sus áreas.</p>

<p>Otra área fundamental para las pymes en este ejercicio va a ser la llegada de la factura electrónica y todos los cambios legales a los que van a tener que hacer frente con la entrada en vigor de la Ley Crea y Crece y la Ley Antifraude. “Esta nueva legislación va a ser un antes y un después en el uso del software de contabilidad para las pymes. Nuestro papel aquí es fundamental. En primer lugar, para educar a las pymes en su adopción desde ya de forma natural, anticipándose al cambio. Y, en segundo lugar, ofreciéndoles un software fácil de adoptar, certificado de forma oficial y que haga que el cambio sea una evolución natural y no un problema a resolver en el último momento”, ha explicado Martín Zabala.</p>

<p>Para ello, Sage pondrá en marcha una serie de iniciativas para ayudar a las pymes a acometer los cambios necesarios, además de aprovechar esta oportunidad para terminar de implementar procesos de<a href="https://revistabyte.es/legalidad-tic/envases-digitalizacion-union-europea/">&nbsp;digitalización basados en el cloud</a>&nbsp;en toda la cadena de valor del negocio.</p>

<p><strong>El papel del canal</strong></p>

<p>Dentro de esta estrategia, el canal juega un papel relevante, tal y cómo ha explicado el directivo. Para este nuevo año, se consolida el ecosistema de canal con una nueva división de negocio, dependiente directamente de la dirección general y que trabajará en estrecha colaboración entre España y Portugal para la región Iberia.</p>

<p>Sage pondrá en marcha una serie de iniciativas para ayudar a las pymes a acometer los cambios necesarios en su digitalización</p>

<p>La compañía apuesta por trasladar la oferta de sus soluciones a una estrategia 100% canal, para que sean los partners, con su capacidad de diferenciación y verticalización, los que trabajen de cerca con las pymes, permitiendo así a Sage ofrecer el servicio experto que añada valor a su oferta.</p>

<p>“Queremos ofrecer un único programa de canal que permita a nuestros partners en España y Portugal operar internacionalmente. Esto lo podemos hacer gracias a que tenemos la primera solución con carácter europeo, Sage Active, que hemos lanzado en España, Francia y Alemania y próximamente en Portugal, a la vez y que ofrece una gestión cross-legislación y cross-divisa”, apunta.</p>

<p><strong>La tecnología pasa de gasto a necesidad para las pymes</strong></p>

<p>Martín Zabala ha hecho hincapié en lo importante que es mantenerse al lado de las pymes en su día a día, para conocer de cerca sus necesidades y poder darles voz y apoyo en los retos que afrontan. A pesar del papel vital que juega la tecnología en este tipo de negocios, el 42% de las pymes españolas afirma que su digitalización se ve frenada por el flujo de caja, además de una creciente preocupación por la seguridad y privacidad de los datos (34%), seguida de la falta de habilidades digitales (25%), según datos de un estudio llevado a cabo por la compañía entre más de 17.000 pymes en Europa.</p>

<p>La misión de Sage es ayudar a las pymes a derribar esas barreras, ha defendido Martín Zabala, porque los beneficios son muchos. Apoyado en el estudio realizado por la compañía, el directivo ha expuesto que, impulsar la adopción de tecnologías digitales en las pymes supondría un incremento del PIB español de 62 mil millones de euros, 12 mil millones en el caso de Portugal (hasta un total de 628 mil millones en Europa).</p>

<p>Tecnologías como la IA pueden suponer una mejora de la eficiencia en el negocio, para el 67% de las pymes españolas. Al igual que para el 59% adoptar medidas como la factura electrónica puede ser un acelerador del flujo de caja, el ID digital se convertiría en un agilizador en las interacciones con la Administración Pública para 7 de cada 10 pymes españolas, según revela el estudio.</p>

<p>“Los pequeños y medianos negocios son resilientes por naturaleza y saben lo que necesitan para seguir creciendo. Ese crecimiento pasa por la tecnología como el mejor aliado para superar sus barreras, y ahí Sage está justo donde se le necesita. Estamos en el momento adecuado y somos ambiciosos en cuanto a nuestro crecimiento y la oportunidad de mejora del rendimiento de las pymes que representa la nueva legislación. Estamos en el tiempo de hablar, de explicar y sobre todo de escuchar qué es lo que necesitan las pymes, pero también tenemos las herramientas, la vocación y la estructura necesaria para llevar a cambio esta transformación”, ha concluido el directivo.</p>]]></description>
      <guid isPermaLink="false">https://www.itjobs.es/blog/126/sage-presume-de-un-crecimiento-del-9-anual</guid>
      <pubDate>Fri, 26 Jan 2024 01:54:00 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Vodafone inaugura un data center en Mallorca, España]]></title>
      <link>https://www.itjobs.es/blog/125/vodafone-inaugura-un-data-center-en-mallorca-espana</link>
      <description><![CDATA[<p><strong>La compañía anunció esta semana la puesta en marcha de unas instalaciones de 140 metros cuadrados en Marratxí</strong></p>

<p>La empresa de telecomunicaciones Vodafone ha lanzado un nuevo centro de datos en la isla española de Mallorca.</p>

<p>La compañía anunció esta semana la puesta en marcha de unas instalaciones de 140 metros cuadrados en Marratxí, en la comarca del Raiguer en las Islas Baleares.</p>

<p><strong>Juniper Travel Technology, que proporciona tecnología para agentes de viajes y operadores turísticos, es el principal inquilino de la instalación</strong>&nbsp;después de que la empresa necesitara más capacidad de la que la empresa de telecomunicaciones proporcionaba desde los centros de datos de San Severo (Madrid) y Palma de Mallorca.</p>

<p><strong>Juan Mateos, director general de Juniper</strong>, afirmó: “Es un placer comprobar el compromiso que Vodafone adquiere con Juniper en términos de calidad y certificados de servicio, que va en línea con los valores que Juniper incorpora a sus productos y servicios”.</p>

<p>Los ocho racks que Juniper tiene en el centro de datos de Palma se trasladarán al nuevo emplazamiento de Marratxí, dentro de una nueva sala con capacidad para 30 racks.&nbsp;<strong>Vodafone ha dicho que pretende albergar más de 500 servidores Juniper en sus instalaciones</strong>.</p>

<p>“Vodafone lleva más de 15 años presente en el crecimiento y expansión internacional de Juniper, siendo su proveedor de nube e IP-VPN, por lo que tener la oportunidad de seguir a su lado es un reto y al mismo tiempo un motivo de orgullo para nosotros. ”, afirmó&nbsp;<strong>Laura Galián, directora de Vodafone en Baleares, Comunitat Valenciana y Murcia</strong>.</p>

<p>Además de los centros de datos de San Severo y Palma, Vodafone España opera una pequeña instalación en Murcia con capacidad para 12 racks.</p>

<p><strong>Jaume Llompart, alcalde de Marratxí</strong>, añadió: “Sin duda, para Marratxí, y especialmente para nuestro polígono industrial, es una excelente noticia que Vodafone haya elegido este enclave para su nuevo centro de datos, una instalación puntera que refleja la calidad del servicio que esta empresa ofrece a sus clientes.”</p>

<p>Vodafone anunció recientemente un acuerdo con la firma británica de inversión en telecomunicaciones Zegona para vender su negocio de España.</p>]]></description>
      <guid isPermaLink="false">https://www.itjobs.es/blog/125/vodafone-inaugura-un-data-center-en-mallorca-espana</guid>
      <pubDate>Mon, 22 Jan 2024 16:56:00 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[La tecnológica española Satlink adquiere la canadiense Xeos Technologies]]></title>
      <link>https://www.itjobs.es/blog/124/la-tecnologica-espanola-satlink-adquiere-la-canadiense-xeos-technologies</link>
      <description><![CDATA[<p><a href="https://satlink.es/es/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Satlink</a>&nbsp;ha completado la adquisición de&nbsp;<a href="https://xeostech.com/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Xeos Technologies</a>, una empresa canadiense con más de 20 años de experiencia en el desarrollo de soluciones de rastreo y monitoreo diseñadas específicamente para dispositivos utilizados en entornos marítimos y oceanográficos extremos. Con sede en Halifax, Nueva Escocia (Canadá), Xeos ha establecido colaboraciones con numerosos clientes tanto del sector público como privado.</p>

<p>Esta adquisición consolida la posición de Satlink como un proveedor estratégico de tecnología de alto valor añadido para la gestión y sostenibilidad de los océanos. Gracias a sus innovaciones en la recopilación y análisis de&nbsp;<a href="https://revistabyte.es/actualidad-it/observabilidad-datos/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">datos</a>, la tecnológica no solo contribuye a un mayor entendimiento de los océanos, sino que también facilita una gestión más eficiente de sus recursos, asegurando su sostenibilidad a largo plazo.&nbsp;</p>

<p>Según Faustino Velasco, fundador y presidente de Satlink, “estamos muy ilusionados con la integración de Xeos y con poder dar la bienvenida a bordo a un equipo de profesionales con el que compartimos nuestra visión: innovación continua, compromiso con la calidad y mejora de la sostenibilidad y el conocimiento de los océanos gracias a la tecnología. Ahí es donde queremos marcar la diferencia.»</p>

<p>Con esta transacción, Satlink consolida su presencia en Norteamérica, donde se estableció inicialmente en 2020. Ahora, la empresa cuenta con sedes en&nbsp;<a href="https://revistabyte.es/actualidad-it/ciberataques-2/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">España</a>, Corea, Taiwán, Seychelles, Ecuador y Fiyi, además de la recién inaugurada oficina en Canadá. En el marco de esta operación, los fundadores y el equipo directivo de Xeos realizarán inversiones en Satlink, fortaleciendo así los intereses comunes y la visión compartida para el futuro. Por su parte, los detalles financieros de la transacción no han sido divulgados.</p>

<p>Derek Inglis, cofundador y presidente de Xeos, destaca que este acuerdo reconoce el trabajo realizado desde la fundación de la empresa. Considera a Satlink el socio ideal para Xeos y anticipa que la operación acelerará la expansión internacional, mejorará la cartera de productos con soluciones más innovadoras y llevará a Xeos a un nivel superior.</p>

<p>Por otro lado, Geoff MacIntyre, vicepresidente y director general de Xeos, comparte su entusiasmo al unirse a un grupo que comparte la visión sobre la&nbsp;<a href="https://revistabyte.es/tag/sostenibildiad/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">sostenibilidad</a>&nbsp;de los océanos y muestra un sólido compromiso con la tecnología marítima. MacIntyre cree firmemente que la combinación de ambas empresas potenciará significativamente su capacidad para brindar a los clientes tecnología y servicios líderes en el mercado.</p>]]></description>
      <guid isPermaLink="false">https://www.itjobs.es/blog/124/la-tecnologica-espanola-satlink-adquiere-la-canadiense-xeos-technologies</guid>
      <pubDate>Mon, 22 Jan 2024 16:54:00 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Los profesionales de la tecnología no temen los impactos de la IA en sus carreras]]></title>
      <link>https://www.itjobs.es/blog/123/los-profesionales-de-la-tecnologia-no-temen-los-impactos-de-la-ia-en-sus-carreras</link>
      <description><![CDATA[<p><strong>El 70% de los profesionales entrevistados por Totvs afirmó no tener miedo de que el avance y la evolución de la tecnología impactara negativamente en su carrera</strong></p>

<p>El 70% de los profesionales de tecnología brasileños dicen no tener miedo o temer los impactos de la Inteligencia Artificial en sus carreras. La información proviene del&nbsp;<strong>estudio Panorama de Carrera 2030: qué esperar de las profesiones al final de la década</strong>, realizado por la compañía tecnológica brasileña TOTVS, en colaboración con H2R Insights and Trends. Entre los cuatro perfiles entrevistados en la encuesta (profesionales de Marketing y Ventas; Tecnología, RRHH y Finanzas),&nbsp;<strong>los profesionales de tecnología fueron los que menos preocupación expresaron cuando se trata de IA</strong>, junto con los del área financiera.</p>

<p>El estudio también indicó que, entre los profesionales que declararon tener algún tipo de miedo sobre el uso de la IA, la mayor inseguridad se refiere al impacto en la empleabilidad, como la sustitución de mano de obra y la disminución de la demanda laboral. La preocupación por depender de la IA para crear análisis, convirtiéndose en solo un ejecutor, también es un factor negativo para los profesionales del área, siendo el segundo aspecto más destacado por los profesionales, quienes señalaron el crecimiento descontrolado de la inteligencia artificial como una posible preocupación.&nbsp;</p>

<p>La IA es y seguirá siendo una realidad dentro de las empresas, generando impactos a corto y largo plazo. Sin embargo, la investigación muestra que la mayoría de los profesionales entrevistados (90%), independientemente de su área de actividad, no temen perder su empleo por culpa de esta tecnología. El continuo aprendizaje y actualización de los profesionales del mercado serían, por tanto, factores esenciales en este nuevo contexto tecnológico.</p>]]></description>
      <guid isPermaLink="false">https://www.itjobs.es/blog/123/los-profesionales-de-la-tecnologia-no-temen-los-impactos-de-la-ia-en-sus-carreras</guid>
      <pubDate>Wed, 29 Nov 2023 23:23:00 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Telefónica invertirá hasta cinco millones de euros en 'startups' que innoven en torno a Open Gateway]]></title>
      <link>https://www.itjobs.es/blog/122/telefonica-invertira-hasta-cinco-millones-de-euros-en-startups-que-innoven-en-torno-a-open-gateway</link>
      <description><![CDATA[<p><strong>La telco española también ha anunciado la apertura de un nuevo centro tecnológico que busca inspirar a las empresas a embarcarse en proyectos de innovación.</strong></p>

<p>El&nbsp;<a href="https://www.computerworld.es/tendencias/open-gateway-la-iniciativa-de-la-gsma-y-21-operadores-para-abrir-sus-redes-a-desarrolladores" target="_blank">GSMA Open Gateway</a>, la iniciativa global de redes programables de la industria de las telecomunicaciones, se ha convertido en el gran anuncio del sector durante el&nbsp;Mobile World Congress (MWC) de este 2023. Y&nbsp;Telefónica, uno de los firmantes, ha apostado en grande por el proyecto. Ayer, la teclo española anunciaba el&nbsp;<a href="https://www.computerworld.es/empresas/todas-las-capacidades-que-estamos-construyendo-en-telefonica-por-defecto-y-por-diseno-van-a-estar-apificadas" target="_blank">lanzamiento de su Early Adopters Programme (EAP)</a>&nbsp;para que empresas y desarrolladores puedan aprovechar sus API abiertas y estandarizadas para crear nuevas soluciones en base a sus servicios, y&nbsp;hoy, el operador ha anunciado la apertura de una convocatoria para&nbsp;<em>startups&nbsp;</em>que trabajen en tecnologías basadas en Open Gateway.&nbsp;</p>

<p>Durante una sesión en el sector 4YFN -espacio del MWC dedicado a las&nbsp;<em>startups</em>-,&nbsp;Chema Alonso, Chief Digital Officer de Telefónica, lanzó la convocatoria ‘Open Gateway Activation Programme’ a través de Wayra, el brazo de innovación abierta de la telco. Con ella, la compañía busca&nbsp;acelerar la innovación en la iniciativa de la GSMA, que transformará las redes de telecomunicaciones en plataformas interoperables y programables mediante API abiertas y estandarizadas.</p>

<p>Mediante la convocatoria, que estará abierta hasta el 31 de marzo, Telefónica pretende&nbsp;invertir entre 100.000 y cinco millones de euros en las&nbsp;<em>startups&nbsp;</em>seleccionadas, a las que dará acceso gratuito al EAP de la compañía para Open Gateway, además de ofrecerles oportunidades de desarrollo de negocio y acceso a su red de clientes B2B y B2C. “Estamos ofreciéndoles la oportunidad de trabajar más cerca que nunca de Telefónica y crear tecnología sobre nuestras capacidades y de la industria telco en general teniendo acceso al EAP que estamos lanzando en colaboración con grandes empresas del ecosistema digital”, dijo Alonso.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>LaCabina, un nuevo centro de “inspiración” tecnológica</strong></p>

<p>La convocatoria de&nbsp;<em>startups&nbsp;</em>no ha sido la única novedad que ha presentado Telefónica durante esta segunda jornada del MWC 2023. Con el objetivo de “inspirar” a las empresas a abocarse a proyectos de innovación y tecnología,&nbsp;el operador español ha anunciado la apertura de un nuevo centro, LaCabina.</p>

<p>Con un guiño a los orígenes de la compañía -una cabina telefónica desde donde las personas se comunicaban y compartían ideas-, LaCabina consiste en un espacio de 2.000 m2, ubicado en el Hub de Innovación y Talento del Distrito Telefónica de Madrid, que cuenta con más de 180 escenarios donde la telco mostrará las tecnologías emergentes y disruptivas en las que trabaja,&nbsp;relacionadas con&nbsp;<em>cloud</em>, IoT, inteligencia artificial (IA),&nbsp;<em>big data, blockchain&nbsp;</em>y ciberseguridad.&nbsp;</p>

<p>Agustín Cárdenas, director de Transformación de Negocio de Telefónica España, comentó que se trata de “un escaparate, pero va más allá de un centro expositivo, sino que uno donde las tecnologías tengan vida”.&nbsp;Muchas de las soluciones que se encuentran en LaCabina van dos años por delante del mercado y aún no se comercializan.</p>

<p>“Hemos creado LaCabina para que las organizaciones y las instituciones puedan conocer en primera persona las últimas tecnologías, participando de los proyectos piloto donde podrán ver cómo se materializan esos avances en aplicaciones reales. Les ofrecemos una innovación que se hace tangible”, añadió.</p>

<p>El nuevo centro cuenta con 5G y fibra óptica, además de características punteras de red, como el&nbsp;<em>network slicing</em>. El lugar está dividido por sectores (industria,&nbsp;<em>retail</em>, educación, seguridad, etc) y tendrá varios espacios multifuncionales para recibir a personas y empresas en eventos, proyectos, workshops y otros.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Al metaverso le faltan tres a cuatro años</strong></p>

<p>En un encuentro con la prensa, la&nbsp;Chief Metaverse Officer de Telefónica, Yaiza Rubio, hizo un balance de lo que la compañía está haciendo para impulsar el metaverso. Uno de los anuncios que realizaron el año pasado durante su ‘Metaverse Day’ fue el del&nbsp;<a href="https://www.computerworld.es/empresas/pago-en-criptomonedas-y-movistar-plus-en-rv-telefonica-apuesta-en-grande-por-el-metaverso" target="_blank">lanzamiento de su&nbsp;<em>ecommerce</em>&nbsp;de tecnología sostenible tu.com</a>, que acepta pagos en criptomonedas gracias a una alianza con Bit2Me.</p>

<p>Rubio calificó el proyecto como una “prueba de concepto”, aunque aceptó que a los usuarios aún “les queda mucho recorrido”, sobre todo en lo que se refiere a conocer y entender la Web 3 y la economía de&nbsp;<em>tokens</em>. Por el momento,&nbsp;el pago con criptomonedas y&nbsp;<em>tokens&nbsp;</em>se quedará en esta web, pero no descartan evaluar en un futuro ampliarlas a su plataforma global de pago.&nbsp;</p>

<p>Lo mismo piensa del metaverso. “Tenemos que ver cómo los usuarios adoptan estas tecnologías, ahora es muy pronto. Hay mucho camino que recorrer en cuanto a los dispositivos, son caros y no están masificados.&nbsp;Para que un usuario pase tiempo en una de estas experiencias inmersivas falta mucho, tres a cuatro años para que se usen más masivamente”, dijo, resaltando las actuales barreras de aprendizaje, usabilidad, privacidad y seguridad “en las que hay que trabajar mucho”.</p>

<p>Respecto a la visión de metaverso de la compañía Rubio señaló que desde Telefónica quieren “evitar lo que ha sucedido con las redes sociales” y buscar la interoperabilidad entre las distintas plataformas. De hecho,&nbsp;la telco ha adherido al Metaverse Standards Forum, una iniciativa global que busca crear los estándares para un metaverso interoperable.</p>]]></description>
      <guid isPermaLink="false">https://www.itjobs.es/blog/122/telefonica-invertira-hasta-cinco-millones-de-euros-en-startups-que-innoven-en-torno-a-open-gateway</guid>
      <pubDate>Tue, 28 Feb 2023 21:15:10 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Dos empresas locales instalarán el primer ordenador cuántico de España]]></title>
      <link>https://www.itjobs.es/blog/121/dos-empresas-locales-instalaran-el-primer-ordenador-cuantico-de-espana</link>
      <description><![CDATA[<p><strong>El proyecto, que se enmarca dentro de la iniciativa de Quantum Spain, estará instalado en el Barcelona Supercomputing Center.</strong></p>

<p>Un nuevo hito para el sector tecnológico y de innovación fue anunciado este lunes en el&nbsp;Mobile World Congress (MWC) 2023: el&nbsp;primer ordenador cuántico de España y el sur de Europa será instalado por dos empresas locales, permitiendo impulsar la investigación y el desarrollo de nuevas aplicaciones de inteligencia artificial.</p>

<p>Así lo confirmó la&nbsp;secretaria de Estado de Digitalización e Inteligencia Artificial, Carme Artigas, durante la primera jornada del evento que reúne a la industria tecnológica y de las telecomunicaciones en el país, asegurando que la iniciativa&nbsp;supone “un paso sin precedentes para crear un ecosistema en España atractivo para el talento y la inversión. Una apuesta de futuro que permitirá fortalecer el desarrollo tecnológico e industrial en España y crear empleo de alta cualificación, uno de nuestros grandes objetivos”.</p>

<p>El proyecto se enmarca dentro de la&nbsp;<a href="https://www.computerworld.es/tecnologia/espana-enclave-escogido-por-bruselas-para-instalar-sus-primeros-ordenadores-cuanticos" target="_blank">elección de España por parte de la European High Performance Computing Joint Undertaking (EuroHPC JU)</a>&nbsp;como uno de los seis países europeos que albergarán y operarán los primeros&nbsp;ordenadores cuánticos EuroHPC, para lo que el país contará con una inversión de 12,5 millones de euros (financiada entre la Unión Europea y el Gobierno de España en partes iguales).</p>

<p>El nuevo ordenador cuántico es parte de la iniciativa Quantum Spain y&nbsp;se instalará en el Barcelona Supercomputing Center (BSC-CNS), integrándose en el superordenador MareNostrum 5, el más potente del país.&nbsp;Mateo Valero, director del BSC, comentó que "la instalación de este nuevo ordenador refuerza el papel del BSC como uno de los líderes de la supercomputación en Europa. Nos permitirá añadir nuevas capacidades a la Red Española de Supercomputación y, por encima de todo, nos permite seguir contribuyendo a la estrategia europea de soberanía digital”.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Dos empresas españolas</strong></p>

<p>La instalación del ordenador cuántico estará a cargo de dos compañías españolas, la&nbsp;<em>startup&nbsp;</em>Qilimanjaro Quantum Tech y la tecnológica GMV, que formaron una Unión Temporal de Empresas (UTE) para el propósito.</p>

<p>Qilimanjaro, dedicada a desarrollar ordenadores cuánticos con acceso a la nube, fue nombrada el año pasado como una de las cinco&nbsp;<em>startups&nbsp;</em>a nivel mundial con potencial para influir en la industria de la computación cuántica, según el informe StartUs Insights 2022.&nbsp;</p>

<p>Su&nbsp;co-fundador y CBO, Víctor Canivell,&nbsp;señaló que “el ordenador cuántico que proveemos al proyecto Quantum Spain permite extender las capacidades de cálculo de la Red Española de Supercomputación al nuevo paradigma de cálculo cuántico, constituyendo un ejemplo pionero en Europa de computación híbrida de supercomputación y cuántica”.</p>

<p>Por su parte, GMV se encargará de la infraestructura de sistemas convencionales y de las redes necesarias para la operación del ordenador cuántico.&nbsp;José María Legido, director del área internacional de Secure e-Solutions de la compañía, expresó que “el compromiso de GMV en este proyecto pionero en España se suma a nuestra importante apuesta en el campo de la computación cuántica, donde estamos ya liderando el proyecto Misiones Grandes Empresas CUCO del CDTI para el desarrollo empresarial del uso de la computación cuántica, en el que ya colaboramos con Qilimanjaro, y que ahora extendemos conjuntamente al contexto de la excelencia en el mundo académico”.</p>

<p>Manuel Martínez, líder técnico de la UTE&nbsp;entre ambas empresas, apuntó que “la construcción y puesta en marcha de las dos unidades del ordenador cuántico que instalaremos en el BSC constituye un reto tecnológico de primer orden, que afrontamos con el compromiso de que este proyecto sea un éxito completo y proporcione la plataforma adecuada para impulsar de forma decidida el desarrollo de la computación cuántica en España".</p>]]></description>
      <guid isPermaLink="false">https://www.itjobs.es/blog/121/dos-empresas-locales-instalaran-el-primer-ordenador-cuantico-de-espana</guid>
      <pubDate>Tue, 28 Feb 2023 21:14:34 +0000</pubDate>
    </item>
  </channel>
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